sexta-feira, 18 de junho de 2010

Aliança...

Cíclica, Brilhante, Simbólica.

Assim é a surpresa que hoje me fizeste… E me ligou a ti, não mais do que já estava (pois seria impossível), mas mais do que alguém um dia esteve ou viu. É público que te amo é público que te pertenço.
É publico que tal como esta aliança, que cintila no meu dedo enquanto escrevo, o nosso amor, não tem principio, meio ou fim.
Desiludi-te por não acreditar na palavra ‘eterno’.
Meu amor, é apenas uma palavra. Eu não acredito numa vida inteira do teu lado. Desculpa.
Eu sei. Sei que vou morrer velha nos teus braços.
Sei de fonte segura, pois disse me o coração.
Um dia gritei com Deus porque perdi. Gritei porque nada melhorava e menos ainda fazia sentido. Duvideis da Sua existência e exigi mudanças.
Exigi Perfeição.
Ele ouviu, mandou me um anjo. O meu Milagre.

Agora sei que é preciso perder…
Para saber o que é verdadeiramente ganhar.

Tânia O. Mendes

quarta-feira, 9 de junho de 2010

No Melhor e no Pior...

Um dia do meu olhar rolaram lágrimas correntes como uma fonte. Os recursos de água nunca se esgotavam para chorar… era um poço sem fundo. A minha vida era um constante Inverno, a chuva e a tempestade eram uma constante e eu … eu era o próprio vento que tudo levava á frente.
Um dia surgiu o Sol. Fez tudo por impor o seu brilho mesmo quando eu insisti em ver o Céu nublado. Aos poucos misturou-se com a chuva da minha vida e fez surgir o Arco-Íris.
Levemente trouxe a brisa que varreu o céu. Vazio de nuvens, voltou a ser azul e o Sol pôde agora brilhar em toda a sua Glória.

Hoje é Verão na minha vida.
Graças a ti, Bruno, Palpita me que será verão até ao final dos meus dias.
Agora sei que sou de novo, EU.

Quanto aos que me rodeiam… Já disse um dia Marilyn Monroe, se não sabem lidar com o meu pior, então com certeza, não merecem o meu melhor!

Tu provaste merecer tudo...



Tânia O. Mendes

terça-feira, 8 de junho de 2010

Edição Limitada

Ao mudar de rumo ouvimos constantemente a expressão: Virei a Página.
As mudanças de atitude; o tomar as rédeas da vida…o seguir do novo caminho.
Contraditoriamente hoje sei que não mudei a página. Não me mantenho na minha linha a forçar o mesmo rumo. Não sigo sequer a mesma história.
Não virei a paginam…Mudei completamente de livro.

Quando já todas as luzes se apagaram, tu estiveste lá e iluminaste o meu caminho.
Quando da ponta da caneta só saiam magoas, tu fizeste me sorrir de novo.
Quando na minha vida choveu, deste me o Sol e o Arco Íris… E no final do Arco-íris, és tu o meu pote de ouro.

Assim, és tu na minha vida, não apenas uma folha, mas um novo livro.
Um Capa Dura…
Uma Edição Limitada…

Tânia O. Mendes

terça-feira, 1 de junho de 2010

Bela e a Fera...

Escolhi o primeiro dia do mês para iniciar um novo tópico, uma nova fase.
Em tempos de trevas, existem pessoas que chegam do nada, nos dão a mão e nos mostram de novo o Sol.
Brilham, e todo esse brilho consegue varrer para longe a escuridão. Pouco a pouco, todo o lixo vira ouro.
Tu não me mostraste o sol… tu foste o meu sol…
Foste e és a minha estrela guia, o meu apoio e o meu sorriso quando já tudo o ocultava.

Cada palavra, cada sorriso, cada momento… ficou registada porque és mais que um amigo…
És tu.
És tudo, não és nada… e só nos sabemos o que és.

Quando o Demónio me prendeu a vida, Deus deu me um anjo para me mostrar quem sou, de onde vim e para onde vou.
Deu me um anjo que me deixa ser eu própria, que não me censura, que me conhece e valoriza.
Deu me um anjo que me iguala e em tanto me difere.
Em gostos, em desejos, em ambições e em feitios… Espelhas me de tantas formas.

Bem sei que a minha frieza por vezes te afasta,
No fim, acaba por ser o teu calor que me derrete.

Cada musica que me dedicas, cada canção que me cantas…
Cada palavra carinhosa que me escreves…
Os sítios fantásticos em que me levas…

Adoro discutir contigo… Porque me dás luta, porque és como eu…
Adoro que me faças doer as bochechas de tanto rir…
Adoro te a ti, embora nem sempre o demonstre.

Um dia quis um amor de Hollywood...
Até ao momento mostraste mais do que Walt Disney…
Mais do que ficção… um conto de fadas.


Tânia O. Mendes